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terça-feira, 29 de março de 2011

Gritos do Rio Uruguai.

O que buscamos da pele do Rio Uruguai que lhe exige tanto, que lhe cobra a vida se toda a riqueza de suas águas ela sempre generosamente entrega? Rio Uruguai, por que não gritas? O que queremos do sangue do Rio Uruguai se lhe poluímos a seiva e lhe tiramos as suas matas E a fartura de peixe que ali existia? Se lhe furtamos o equilíbrio numa destruição feroz e até o seu amigo sol transformado em algoz? Rio Uruguai, por que não gritas? O que pretendemos dos ossos do Rio Uruguai se lhe quebramos a estrutura e lhe provocamos horrendos aleijões na ânsia incontida de pobres riquezas? Rio Uruguai, ainda assim, por que não gritas? O que oferecemos à geração futura que brinca de morte e semeia tristezas destrói a tua água fresca que ainda bebemos que a dor não comove e a violência é de graça? Rio Uruguai, não crê que ainda gritar? Fostes o orgulho dos nossos antepassados Fostes música sonora rumo ao mar se combalido na essência, só pode gritar E quase não há ouvidos e consciências que possam compreender e salvar? Rio Uruguai, você vai se vingar? O que será do amanhã do Rio Uruguai pai indefeso de tantos filhos carrascos que não vêem suas lágrimas misturadas às enchentes que não escutam de tuas águas murmurantes os seus gritos de dor? Rio Uruguai, você será capaz de perdoar? Filhos cegos e surdos, até onde, até quando vão tropeçar nas cicatrizes e nas feridas desse pai em permanente estentor Até onde e até quando eu ainda lhe serei guarida? E, quando o já esperado acontecer, quanto valerá a sua vida? (Autoria: Juraci Luques Jacques, Presidente da Comissão Binacional do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis).

Site do Ministério do Meio Ambiente.

Vale a pena conhecer o site do Ministério do Meio Ambiente. Acesse o link http://www.mma.gov.br/sitio/

terça-feira, 22 de março de 2011

Hoje, 22 de Março: Dia Mundial da Água!

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Água para cidades: respondendo ao desafio urbano.

O Dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de março de 1992, data da publicação da Declaração Universal dos Direitos da Água, que trata dos fatores que envolvem o direito aos múltiplos usos da água, importância para a vida, gestão compartilhada, valor econômico e de como ela precisa ser utilizada racionalmente por todos, mantendo seu ciclo intacto.

É um momento para nos conscientizarmos sobre a importância da água doce e mobilizarmos para a defesa do manejo sustentável desse bem público indispensável a todos os seres vivos.

O tema deste ano, Água para as cidades: respondendo ao desafio urbano, tem como objetivo chamar a atenção do mundo para o impacto do rápido crescimento da população, a industrialização e as incertezas provocadas pelas mudanças climáticas, os conflitos e as catástrofes naturais em sistemas urbanos de água, convidando os governos, organizações, comunidades e indivíduos a participarem ativamente na resolução do desafio da gestão das águas urbanas.

Segundo dados de agências ambientais, 1 bilhão de pessoas não tem acesso a água potável e a maioria da população mundial vive nas cidades, onde o crescimento populacional é mais rápido do que o desenvolvimento planejado das cidades. As implicações de ordem social, econômica, política e ambiental ocasionadas por este fato, causam reflexos sobre a saúde humana, os recursos naturais, a infraestrutura dos centros urbanos, sendo necessária a determinação de políticas públicas capazes de garantir a água para todos.

A ONU prevê que, em 2050, utilizando os padrões atuais de consumo de água doce, mais de 45% das pessoas, não poderá contar com a porção mínima individual de água para as necessidades básicas.

A degradação das matas ciliares e a poluição dos mananciais estão fazendo desaparecer rios e afetando a formação dos lençóis freáticos. A ocupação desordenada, o desrespeito à legislação ambiental e a falta de planejamento são agravantes da escassez de recursos hídricos.

As águas subterrâneas são cada vez mais contaminadas pela poluição de lixões, fossas sépticas e resíduos industriais e agrícolas, que já comprometem o aquifero guarani.

Esta é a hora da sociedade, educadores, ecologistas, trabalhadores e ativistas se unirem e colocarem as questões ecológicas e humanas na pauta diária da agenda política e econômica do mundo. A mudança, desta realidade, passa pelas políticas públicas e o avanço dos investimentos em saneamento básico.

A água doce do planeta é um bem público e um direito de todos, e por isso, uma responsabilidade coletiva das comunidades, de cidadãos e dos governantes das esferas municipal, estadual e federal.


(FONTE: folder da CORSAN, alusivo ao Dia Mundial da Água).


domingo, 20 de março de 2011

Declaração Universal dos Direitos da Água.

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Abandono do Parque Estadual do Espinilho, na Barra do Quaraí.



Interessante a reportagem sobre o lamentável abandono do Parque Estadual do Espinilho, localizado na Barra do Quaraí. Vale a pena ler a reportagem no link http://www.portaluruguaiana.com.br/noticias/2011/03m/22/parquedoespinilho/espinilho.php

quinta-feira, 17 de março de 2011

Desenho animado: lixo.

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terça-feira, 15 de março de 2011

Folder do encontro do dia 21 de março de 2011.





segunda-feira, 14 de março de 2011

Reportagem do Jornal Zero Hora, em 14/03/2011.


Como o assunto do momento é a discussão sobre a reforma do Código Florestal, o Jornal Zero Hora de hoje mostra, em uma de suas seções "Nosso Mundo Sustentável", uma excelente reportagem sobre o assunto. Veja no link abaixo:

Código Florestal Brasileiro.



O site SOS Florestas é excelente para conhecermos o Código Florestal Brasileiro e as discussões que estão sendo feitas para sua reformulação. Acesse o site:

Outro site que vale a pena conhecer.


Também, em alusão ao Dia Mundial da Água, dia 22/03, vale a pena conhecer o site do Menino Maluqinho, que tem um link sobre a água.

Site interessantíssimo sobre a água.

Aproveitando que dia 22/03 comemora-se o Dia Mundial da Água, divulgamos aqui um site muito legal sobre o Projeto Água. Vale a pena visitá-lo: http://www.projetoagua.org.br/

segunda-feira, 7 de março de 2011

Site sobre reciclagem.


Muito interessante o site CEMPRE (Compromisso Empresarial Para Reciclagem). Visite-o pelo link www.cempre.org.br

Cartilha de Educação Ambiental.












Muito legal essa Cartilha de Educação Ambiental.
Acesse-a pelo link http://www.coelba.com.br/ARQUIVOS_EXTERNOS/ENERGIA%20SOCIAL%20E%20AMBIENTAL/MEIO%20AMBIENTE/PROJETOS%20AMBIENTAIS%20ESPECIAIS/cartilha%2001%2004.pdf

sábado, 5 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

A Carta da Terra.

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O 5 Rs da Educação Ambiental.


Muito interessante conhecer os 5 Rs da Educação Ambiental, que podemos ler no site http://www.docelimao.com.br/site/especial-kids/educacao/650-05-5-rs-da-educacao-ambiental-em-acao.html

Lenda "O anel encantado".


A lenda "O anel encantado" usada no projeto produzido na E.M.E.F. Castelo Branco, mostrada no vídeo abaixo, e o trabalho com origami, relacionado à lenda, encontra-se no site http://pt.scribd.com/doc/23211398/apostila-de-historias-contadas-com-origamis

Projeto desenvolvido na E.M.E.F. Castelo Branco, em 2010.

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Trabalho desenvolvido através dos 5 RS: RECICLAR, REUTILIZAR, REDUZIR, RECUSAR, REPENSAR.

* Vivências de práticas que oportunizassema reflexão do papel de cada um na conservação do meio ambiente.

* Compromisso construído com a participação de todos buscando uma mudança de atitudes.

* Elaboração de atividades que possibilitassem a interdisciplinariedade.

* Ajardinamento (Áreas trabalhadas):

- Português: Relatório, substantivo próprio e comum;

- Artes: Cores primárias, secundárias e terciárias.

- Matemática: Sistema monetário, unidade de medida (metro, centímetro, milímetro), divisão, multiplicação.

- Ciências: Escolha das flores, preparação do solo (adubo).

- Religião: Convivência harmoniosa durante o trabalho "valores".

* Laços de amizade e respeito foram fortalecidos possibilitando uma melhor convivência diária.

(Professora Joana Moleda, 3º ano A).